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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Rede de colaboração garante auxílio financeiro mensal para mais de 1.700 mães vulneráveis durante o Covid-19




Desde o início da pandemia, o projeto Segura a Curva das Mães arrecadou mais de R$ 380 mil, convertidos em auxílio para mais de 8.600 pessoas. Com o prolongamento do isolamento social e sem uma perspectiva de retomada da economia, o projeto depende de doações para manter repasse financeiro mensal e ampliar base de mães atendidas.


Fruto da união entre a ONG Instituto Casa Mãe e o Coletivo Massa, o projeto Segura a Curva das Mães nasceu com o objetivo de garantir que mães e crianças tenham prioridade no recebimento suporte emergencial durante a pandemia do Coronavírus. No ar desde 26/03, o projeto já cadastrou 1.734 mães - de todo o Brasil - que estão em situação de vulnerabilidade agravada pelo Covid-19. Cada mãe recebe repasses de R$ 150 por mês, além de escuta qualificada, encaminhamento para especialidades e a participação e redes regionais, que têm o intuito de contribuir para formação de vínculo e comunidade nesse momento em que o distanciamento evidencia ainda mais o isolamento das mães.

Agora, com a extensão da pandemia, o Segura a Curva das Mães - originalmente concebido como uma ação de caráter pontual - foi estendido por tempo indeterminado. Para assegurar o repasse financeiro com recorrência mensal e aumentar o total de mães – e suas famílias – assistidas, o projeto capta doações no Vakinha e no Paypal. Até o momento, a iniciativa - que recebeu doações pontuais de empresas - não tem patrocínio ou apoio recorrente de marcas.

“Todos os meses, enquanto a pandemia durar, nosso primeiro desafio é com a cobertura do auxílio financeiro para as mães que já estão cadastradas e contam conosco. A maioria teve a renda 100% interrompida e muitas não conseguiram acesso ao benefício do governo, apesar de serem elegíveis. Sabemos que existem outras milhares de mães e famílias passando por necessidades, mas acreditamos - desde o início - que para o apoio ser efetivo é preciso ser recorrente”, explica Thaiz Leão, uma das idealizadoras do projeto.


O impacto do Segura a Curva das Mães vai além do aspecto financeiro



Atualmente, o Segura a Curva das Mães atende, de forma recorrente, 1.734 mães, que são responsáveis por 6.936 crianças, adolescentes, pessoas com deficiência e idosos - no total, são 8.670 pessoas apoiadas, em 24 estados brasileiros e o Distrito Federal. Além do auxílio mensal, no valor de R$ 150, as mães cadastradas no projeto são integradas a uma rede de acolhimento virtual, criada com o intuito de oferecer apoio integral às famílias.

Responsável pela interface com as mães e os voluntários espalhados pelo país, Thais Ferreira, também idealizadora do projeto, explica que “como o auxílio financeiro é limitado, o dia a dia é cheio de situações urgentes: todos os dias, falta comida na mesa de algumas famílias; às vezes tem comida, mas falta o dinheiro para o gás. Estamos em contato com essas chefes de família, para mapear e tratar o máximo de casos emergenciais. Na maioria dos casos, a solução vem através de mobilização da nossa rede e principalmente entre as próprias mães”.

O projeto também conta com apoio voluntário de profissionais especializados em áreas que são chave para a garantia do bem viver dessas família. Aulas virtuais de yoga, orientação nutricional e suporte psicológico especializado em luto são alguns dos “serviços" plugados ao escopo da rede de acolhimento desde que o Segura a Curva das Mães foi criado. O objetivo é ampliar a rede de profissionais, assim como a cobertura e a diversidade de atividades, colocando prioridade em áreas cuja necessidade é mais latente.

“Recentemente, o número de mães em contato com o luto cresceu. Sentimos a necessidade de conectar um especialista, capaz de oferecer ajuda técnica e especializada, e buscamos alguém com disponibilidade para atuar de forma voluntária. Hoje contamos com esse suporte, que é superimportante no contexto em que vivemos, e estamos em busca de outros profissionais para nos ajudar a atacar outros problemas”, relata Thais.


Geração de impacto em todo o território nacional


Da compreensão de que há famílias em situação de vulnerabilidade agravada pelo Covid-19 em todo o Brasil, surgiu a premissa de atuação (e impacto) nacional para o projeto. Para viabilizar essa cobertura, o repasse financeiro ocorre através de depósito em conta nominal às mães. Essa decisão tem dupla razão de existir:

– Reforçar a pauta, já defendida pelas idealizados do SCM, sobre empoderamento dessas mães como chefes de família, capazes de decidir sobre prioridades e uso do dinheiro;

– Garantir facilidade e praticidade no acesso das mães ao recurso financeiro, disponibilizando-o diretamente na conta bancária já utilizada no dia a dia.

Responsável pela parte administrativa e financeira do projeto, Thaiz Leão conta, ainda, que a criação de uma carteira digital chegou a ser levada em consideração, mas foi descartada pelos riscos diversos à efetividade. “Ouvimos diversos relatos negativos sobre experiências anteriores com repasses em carteiras digitais e isso foi determinante para nossa decisão. Dentre os problemas mais apontados, os mais recorrentes são: o acesso restrito à internet; a insegurança no “ato de gerenciar dinheiro online”; e por último, mas super-relevante, a importância do dinheiro em espécie, para circular entre a comunidade no entorno”.

Apesar da solução bem amarrada para os repasses financeiros a nível nacional, logística é um desafio para o projeto, que nasceu em meio à pandemia e, portanto, não dispõe de estrutura(s) física(s). Mesmo conectado a mais de 500 ONGs e instituições locais, que atuam nas linhas de frente de cada região, dificuldades logísticas são recorrentes e, muitas vezes, resultam na impossibilidade de aceitar doações.

“Muitas empresas estão dispostas a doar produtos excedentes, mas não oferecem a logística: entregam todos os produtos em um endereço único indicado pela ONG, que deve retirar e distribuir. Isso funciona melhor em projetos concentrados em cidades ou regiões específicas, mas se torna complexo (e custoso) quando pensamos em cobrir o Brasil todo”, conta Thaiz.


Mais sobre o Segura a Curva das Mães


O trabalho do Segura a Curva das Mães é somar esforços junto às entidades do terceiro setor, coletivos, instituições da sociedade civil e indivíduos para realizar distribuição direta e indireta de recursos, cuidado integral, apoio psicossocial e suporte jurídico a fim de promover e garantir de forma prioritária, por meio de ações práticas, a dignidade e os direitos básicos de mulheres e crianças enquanto durar a pandemia do novo coronavírus.

Leia mais: www.seguraacurvadasmaes.org

terça-feira, 12 de abril de 2016

Mais de 604 mil famílias do Bolsa Família melhoraram de vida em 2015



Resultados da revisão cadastral de 2015 mostram que programa apoiou famílias de baixa renda a
mudarem de condição. Outras 467,2 mil não atualizaram os dados e tiveram o benefício cancelado
Brasília, 11 – Ao final de mais um ciclo de revisão cadastral, 604,5 mil famílias beneficiárias do Bolsa Família declararam aumento de renda no ano passado. Deste total, 261,4 mil superaram a condição de extrema pobreza (renda mensal por pessoa de até R$ 77) e começaram a receber um valor menor da complementação de renda, sem o benefício básico, que é voltado apenas para quem está na extrema pobreza. Outras 343,1 mil famílias declararam renda acima de R$ 154 mensais por pessoa, limite de acesso ao programa. Por isso, tiveram o benefício cancelado. 

A revisão cadastral é uma das rotinas de controle do Bolsa Família que têm mantido o foco do programa de transferência de renda nos mais pobres. Ela se repete todos os anos. Por meio desse processo, cada família deve atualizar seus dados a cada dois anos e são chamadas, por meio de carta e do extrato do pagamento, a comparecer aos Centros de Referência de Assistência Social ou aos postos das prefeituras. A revisão cadastral de 2015 foi concluída em março passado.

As famílias convocadas para a revisão e que não atualizaram seus dados também tiveram o benefício cancelado, como determinam as regras do programa. Por esse motivo, foram cancelados os benefícios de 467,2 mil famílias em todo o país. Muitas famílias que melhoram de renda simplesmente deixam de atualizar os cadastros porque não precisam mais dos benefícios, em média de cerca de R$ 165, pagos mensamente pelo Bolsa Família como complemento de renda. No entanto, caso voltem a necessitar e estejam enquadradas nos limites de renda do programa, elas têm 180 dias desde o cancelamento para atualizar seus dados e pedir a reversão do cancelamento junto às prefeituras.

As gestões municipais tiveram participação importante na revisão cadastral, ao alcançarem 76,1% de todo o público convocado para atualizar os dados. Do total de 2 milhões de famílias convocadas, 1,5 milhão compareceram aos postos das prefeituras.

Revisão Cadastral

O que é: atualização do cadastro das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. É um processo obrigatório e de rotina, que ocorre todo ano. As informações devem ser atualizadas ou confirmadas a cada dois anos para que as famílias continuem recebendo seus benefícios.

Objetivo: A Revisão Cadastral garante que as informações declaradas pelas famílias no Cadastro Único estejam atualizadas. Com dados de maior qualidade, é possível avaliar se o beneficiário do Bolsa Família ainda atende às condições necessárias para continuar a fazer parte do programa. E, dependendo das mudanças na situação da família - como, por exemplo, alteração de renda, mortes ou nascimentos -, ela pode ter direito a um valor diferente daquele que recebia antes de atualizar o cadastro.

Quem deve fazer: famílias com mais de dois anos sem nenhum a atualização no Cadastro Único, tendo como base o final do ano anterior. O processo de 2014 envolveu as famílias que não atualizavam seus cadastros desde dezembro de 2011.

Como funciona: Anualmente, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) envia às prefeituras a lista das famílias que precisam atualizar os dados naquele ano. As prefeituras, por meio da coordenação local do Bolsa Família, são responsáveis por organizar o processo e garantir quer todas as famílias participem do processo. Para apoiar o trabalho das gestões municipais, o MDS repassa recursos a elas por meio do Índice de Gestão descentralizada (IGD).

Como as famílias são informadas: As famílias são convocadas por meio de informações nos extratos de saque dos benefícios. Muitas prefeituras também fazem convocações locais.

Documentos necessários:

• Para o responsável pela família (titular do cartão Bolsa Família) – Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Título de Eleitor. Já os responsáveis por famílias indígenas e quilombolas podem apresentar qualquer outro documento de identificação de validade nacional.
• Para as demais pessoas da família – Pelo menos um dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (Rani), CPF, Carteira de Identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Título de Eleitor.
• Outros documentos – Além da documentação obrigatória, as famílias podem levar outros documentos que ajudem a melhorar a qualidade das informações do Cadastro, como comprovante de residência, conta de energia elétrica, comprovante de matrícula das crianças e adolescentes na escola e carteia de Trabalho e Previdência Social.

Legislação: disciplinada pelo Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007 e pela Portaria GM/MDS nº 376, de 16 de outubro de 2008.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CIDADE A. E. CARVALHO NÃO VAI GANHAR NOVAS CRECHES


Foto: Du Amorim
Somado ao aporte feito do ano passado, governo estadual já investiu R$ 80 milhões para construir 42 creches na cidade, que beneficiarão 8.000 crianças
O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Educação, professor Herman Voorwald, anunciaram hoje, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, a ampliação do programa Creche Escola na capital. O Governo do Estado firmou com a Prefeitura de São Paulo um convênio que prevê investimento de R$ 40 milhões para a construção de 20 Centros de Educação Infantil (CEIs). A iniciativa beneficiará cerca de 4.000 crianças.
“São Paulo sempre investiu no ensino fundamental, no ensino médio técnico e tecnológico e nós incluímos no nosso programa de governo o apoio ao ensino infantil. Já assinamos convênios com 419 municípios. A prefeitura entra com o terreno e o governo libera o dinheiro para construir a obra e o equipamento, destinado às crianças de zero até três anos e 11 meses”, ressalta Alckmin. “É o segundo convênio com a Prefeitura de São Paulo”, completa.
Para Herman Voorwald, a contribuição do Estado para aumentar a oferta de creches na cidade de São Paulo visa não só garantir o acesso de crianças com menos de seis anos à educação, mas também oferecer mais tranquilidade às mães que trabalham fora de casa e podem contar com o atendimento adequado aos seus filhos por meio da rede pública.
As novas unidades na capital serão implantadas nos distritos de Cangaíba (1), na zona leste; Capão Redondo (1), zona sul; Campo Limpo (1), zona sul; Cidade Tiradentes (1), zona leste; Cidade Líder (1), zona leste; Freguesia do Ó (1), zona norte; Grajaú (2), zona sul; Jaraguá (2), zona norte; Itaim Paulista (1), zona leste; Itaquera (1), zona leste; Jardim Ângela (2), zona sul; Jardim São Luís (1), zona sul; São Mateus (1), zona leste; São Rafael (2), zona leste; Tremembé (1), zona norte; e Vila Curuçá (1), zona leste.
Com a ampliação anunciada hoje, o Governo do Estado chega ao investimento total de R$ 80 milhões para a construção de 42 creches na capital, que disponibilizarão, juntas, cerca de 8.000 vagas. Em novembro do ano passado, por meio de convênio com a Prefeitura de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin já havia destinado R$ 40 milhões para a implantação de 22 Centros de Educação Infantil (CEIs) na cidade, que deverão atender a 4.000 crianças. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, 16 das unidades estão com obras em andamento e as outras seis em fases anteriores ao processo de edificação.
Sobre o Programa Creche Escola
Lançado em setembro de 2011 e desenvolvido pelas secretarias de Estado da Educação e do Desenvolvimento Social, o programa Creche Escola abrange todos os municípios do Estado e tem como objetivo ampliar o atendimento a crianças na Educação Infantil. O Governo de São Paulo já destinou, até o momento, R$ 310 milhões ao programa. A previsão é que até 2014 sejam construídas 1.000 creches, com investimento de cerca de R$ 1 bilhão.
Em maio deste ano, foram assinados convênios, em um investimento total de R$ 94 milhões, com 54 prefeituras para a implantação de 55 creches no interior do Estado, que atenderão a 7.350 crianças. No mês passado, em mais uma etapa do programa, o Governo do Estado firmou parcerias, em um aporte de R$ 136 milhões, com 100 prefeituras do interior para a construção de mais 101 unidades, que beneficiarão 13.570 crianças.
Com base em critérios educacionais e de vulnerabilidade social estabelecidos pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), foram selecionados 170 municípios em 2011 e mais 247 cidades neste ano. Ou seja, 417 municípios já assinaram os termos de adesão, o que representa 64,6% do Estado de São Paulo.
A verba repassada deverá ser destinada exclusivamente para despesas de investimento, ou seja, em obras. Caberá às administrações municipais a responsabilidade pelas despesas de custeio necessárias para o funcionamento e manutenção das creches, como folha de pagamento, água, energia elétrica, materiais de consumo e outras.
APESAR DE SER UMA BOA NOTÍCIA, É UMA PENA QUE A CIDADE A. E. CARVALHO NÃO ESTÁ CONTEMPLADA PELO GOVERNO DO ESTADO.  NÃO EXISTE A PREOCUPAÇÃO COM O BAIRRO. SERÁ QUE NÃO EXISTEM CRIANÇAS E MÃES TRABALHADORAS NA REGIÃO?
Este é um ano de eleições, escolha bem o seu candidato!

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domingo, 3 de junho de 2012

SOCIEDADE AMIGOS DA VILA CAMPANELA PODERÁ SER REATIVADA


Membros da ONG União Bem Estar, líderes comunitários e moradores da Cidade A.E. Carvalho discutem futuras ações para melhoramento do bairro e serviços para a população - Foto: Claudia Souza/aecarvalho



A ONG União Bem Estar reuniu no domingo (03/06/12), as 10 h em sua sede localizada na Avenida das Alamandas nº 84, Cidade A. E. Carvalho, vinte moradores, entre eles, líderes comunitários, para uma assembleia extraordinária, a fim de criar uma diretoria provisória para a retomada do imóvel da antiga Sociedade Amigos da Vila Campanela.
O grupo discutiu as providencias para a revitalização da Sociedade que se encontra desativada. Ações como projetos de cidadania, inclusão tecnológica e cultural deverão ser viabilizadas caso a retomada seja concretizada.
Segundo o Presidente da ONG União Bem Estar, Mario Seimaru Lima, a Sociedade Amigos de Vila Campanela é uma entidade sem fins lucrativos, foi fundada em 1962 e durante muito tempo ofereceu espaço para cultura e lazer. Com o tempo, mal administrado, chegou ao ponto de reter uma dívida em torno de R$200 mil em impostos para a Prefeitura. O prédio está com ocupação irregular e má conservação. “Obras de restauração em banheiros, teto, entre outros, serão necessárias para futuramente abrigar um Telecentro, cursos de artesanato, distribuição de leite, departamento pedagógico, etc.” Disse.
Durante a reunião, os participantes optaram por eleger democraticamente através de voto secreto, os líderes da diretoria provisória, que terão como tarefa inicial, encaminhar a ata registrada em cartório ao subprefeito de Itaquera para que sejam tomadas as providências necessárias. Deverá constar em Ata que esta diretoria permanecerá pelo período máximo de seis meses, até que sejam criadas as chapas para nova eleição.

Mais informações: ONG União Bem Estar - Tel: 2042-0968

quinta-feira, 22 de março de 2012

Bom Prato de Itaquera completa seis anos

Bom Prato de Itaquera
Desde sua inauguração já foram servidos mais de 1,7 milhão de refeições. Unidade terá cardápio especial em comemoração

O restaurante Bom Prato de Itaquera completa seis anos de funcionamento nesta sexta-feira (23). Gerenciada pela Associação Comunitária “Sempre Viva”, a unidade serve diariamente 1.200 almoços e tem capacidade para servir 300 cafés da manhã. Nesses seis anos, foram servidos mais de 1,7 milhão de almoços.

O programa Bom Prato é gerenciado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Em comemoração à data, o almoço desta sexta-feira será especial. No cardápio terá feijoada, farofa rica, suco de limão e laranja de sobremesa.

“O sucesso do Bom Prato é devido ao preço e à comida de ótima qualidade. São refeições completas e balanceadas servidas a R$ 1,00”, comenta o secretário de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia. Além do almoço, desde setembro do ano passado, os restaurantes passaram a oferecer novos serviços, como o café da manhã ao preço de R$ 0,50, contendo café com leite ou achocolatado, pão com manteiga, requeijão ou frios e uma fruta da época.

Além da refeição matinal, o Bom Prato Itaquera tem também um posto do Acessa São Paulo, com acesso gratuito à internet – parceria com a secretaria de Estado de Gestão Pública, além de cursos de capacitação profissional, voltados para a área culinária do Via Rápida Emprego, uma parceria com a secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Em 2011, cerca de 30 alunos se formaram no curso de Panificação Artesanal ministrado na unidade.

O Bom Prato de Itaquera fica na Rua Victorio Santim, 247. O café da manhã funciona a partir das 7h e o almoço a partir das 11h.

Sobre o Bom Prato

Em 19 de janeiro de 2011, por meio do decreto nº 56.674 assinado pelo governador Geraldo Alckmin, o programa Bom Prato passou a ser gerido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), deixando a Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Desde sua implantação, entre dezembro de 2000 e dezembro de 2011, foram servidas 87,5 milhões de refeições para a população em situação de vulnerabilidade social.

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