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sábado, 4 de julho de 2015
SESI A.E. CARVALHO ABRE INSCRIÇÕES PARA OS CURSOS GRATUITOS
SESI A.E. CARVALHO ABRE INSCRIÇÕES PARA OS CURSOS GRATUITOS DE INICIAÇÃO EM ARTES CÊNICAS
O SESI A.E. Carvalho abre as inscrições para os cursos gratuitos de iniciação teatral no dia 01 de julho. Até o dia 18 de julho, as inscrições são exclusivas para os beneficiários da indústria e alunos do SESI-SP. A partir do dia 19 de julho as vagas remanescentes estarão disponíveis a todos interessados.
Os cursos livres, oferecidos em dois diferentes módulos, Jogos Teatrais e Ler a Cena, têm o objetivo de promover a experimentação da linguagem teatral, para alunos a partir de 8 anos de idade. São cerca de 120 vagas distribuídas entre os módulos, no total de quatro turmas por unidade.
Os interessados devem apresentar CPF, RG ou certidão de nascimento (no caso de menores, sempre em companhia dos pais ou responsáveis) para efetuarem a matrícula na Secretaria Única.
Jogos Teatrais
O jogo teatral consiste na resolução de desafios lúdicos que colaboram para que o aluno desenvolva a percepção, a sensibilização, a sociabilidade e a criatividade para a improvisação e a direção de cenas.
Ler a Cena
Além dos jogos teatrais, são apresentados elementos como dramaturgia, contos, quadros e figuras. O objetivo é estimular reflexões para a criação da cena.
Sobre os Núcleos de Artes Cênicas do Sesi-SP
Os Núcleos de Artes Cênicas (NACs) do SESI-SP realizam atividades gratuitas de difusão cultural e ações pedagógicas de iniciação teatral por meio dos cursos livres promovidos anualmente. Os NACs estão localizados em 22 unidades do SESI-SP na capital e interior do Estado. O programa, criado em 1987, tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos participantes e colaborar com o exercício da cidadania – especialmente pela expansão de ideias que a produção artística proporciona.
SERVIÇO
Curso Livre de Iniciação Teatral
Local: SESI A.E. Carvalho.
Rua Deodato Saraiva da Silva, 110 - Pq das Paineiras. São Paulo/SP.
Período de realização dos cursos: de agosto a dezembro (módulos semestrais)
Informações:
Interior do Estado (11) 2026-6003 / 2026-6004
Para mais informações acesse www.facebook.com.br/culturasesiae.
sábado, 6 de junho de 2015
A Cia Estável de Teatro encena texto de Bertolt Brecht na linha Safira da CPTM no mês de junho
Contemplados pelo edital Proac Circulação, a Cia Estável de Teatro segue com o projeto Expedições apresentando o espetáculo A Exceção e a Regra, clássico de Bertolt Brecht (1998/1956), nas estações da Companhia de Trens Metropolitanos de São Paulo (CPTM).
O projeto que já passou pelas linhas Esmeralda, Rubi, Turquesa e Coral chega agora na linha Safira. As apresentações acontecemdia 11 de junho, quinta-feira, às 20h, na Estação Jardim Romano; dia 12 de junho, sexta-feira, às 20h, na Estação São Miguel e dia dia 18 de junho, quinta-feira, às 20h, na Estação Tatuapé. As sessões são gratuitas.
A montagem tem direção de Renata Zhaneta e traz no elenco Daniela Giampietro, Juliana Liegel, Luiz Calvvo, Miriele Alvarenga, Nei Gomes, Osvaldo Pinheiro, Sérgio Zanck, Paula Cortezia e Zeca Volga.
O projeto contempla 25 estações, em 18 municípios cobertos pela malha ferroviária da CPTM. As sessões acontecem nas saídas das estações, possibilitando o acesso do público que não precisa pagar passagem de trem para assistir o espetáculo. A cada apresentação, o grupo disponibiliza esteiras de palha para acomodar a plateia. O local de apresentação também é escolhido próximo a bancos comuns, em todas saídas das estações, para acomodar todo tipo de público.
Na trama, uma pequena caravana participa de uma corrida em direção à cidade de Urga, a expedição que chegar primeiro ganha como prêmio uma concessão para explorar petróleo. Durante a viagem são expostos a relação entre explorador e explorado, assim como os mecanismos que legitimam o abuso de um e a submissão do outro.
Associando a relação da expedição ao caminho percorrido pelos trabalhadores diariamente nas viagens de trem, o grupo propõe estabelecer um diálogo com a classe trabalhadora. Ao colocar em perspectiva questões pertinentes à sociedade, a obra brechtiana oferece um importante instrumento para a compreensão das atuais crises do capitalismo e de suas inevitáveis consequências para a ordem mundial. A encenação pressupõe o espaço da rua como meio de ampliar o alcance político e popular do texto.
Para o grupo, o resultado mais importante do espetáculo no que diz respeito ao retorno do público foi a constatação da relevância e da atualidade da obra de Bertolt Brecht no atual panorama sócio-político brasileiro.
“Refletindo o texto metaforicamente, pretendemos levar nosso teatro àqueles que diariamente realizam, assim como a personagem O Carregador de Brecht, uma trajetória árdua no sistema onde a humanidade é uma exceção”, explica o ator Osvaldo Pinheiro.
Tendo o teatro épico, e sua relevância social e política, como principal eixo de seus estudos estéticos, a Cia Estável de Teatro busca imprimir em sua prática novas possibilidades de interlocução com o entorno imediato.
Dessa maneira, desenvolve há 9 anos uma intensa pesquisa junto aos 1.200 homens em situação de rua, acolhidos do albergue Arsenal da Esperança, localizado na região da Mooca. Uma, dentre outras tantas ações resultantes desta experiência, foi a montagem do espetáculo a Exceção e a Regra, um dos textos mais montados do dramaturgo alemão de Bertolt Brecht.
Desde 2012, o grupo realiza uma intensa circulação com o espetáculo por espaços não convencionais, praças e sedes de outros coletivos teatrais na cidade de São Paulo e no interior do Estado. Em 2013, contemplados pelo Prêmio Myriam Muniz de Teatro apresentaram a peça nas cidades de Fortaleza e Solonópole, no Ceará e Campo Grande e Dourados, no Mato Grosso do Sul, ambas em 2014. Participaram de importantes festivais e mostras de teatro de rua como VII Mostra de Teatro de Rua de São Miguel Paulista, I Mostra Pela Paz, III Feira de Teatro de Rua em Sorocaba e Votorantim, Mostra do Gueto no Espaço Clariô, II Festival Flaskô, XIX Mostra de Teatro Monte Azul, VI Festical, Semana de História Unifesp, no encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR) no Acre, dentre outros.
Na trama, uma pequena caravana participa de uma corrida em direção à cidade de Urga, a expedição que chegar primeiro ganha como prêmio uma concessão para explorar petróleo. Durante a viagem são expostos a relação entre explorador e explorado, assim como os mecanismos que legitimam o abuso de um e a submissão do outro.
Associando a relação da expedição ao caminho percorrido pelos trabalhadores diariamente nas viagens de trem, o grupo propõe estabelecer um diálogo com a classe trabalhadora. Ao colocar em perspectiva questões pertinentes à sociedade, a obra brechtiana oferece um importante instrumento para a compreensão das atuais crises do capitalismo e de suas inevitáveis consequências para a ordem mundial. A encenação pressupõe o espaço da rua como meio de ampliar o alcance político e popular do texto.
Para o grupo, o resultado mais importante do espetáculo no que diz respeito ao retorno do público foi a constatação da relevância e da atualidade da obra de Bertolt Brecht no atual panorama sócio-político brasileiro.
“Refletindo o texto metaforicamente, pretendemos levar nosso teatro àqueles que diariamente realizam, assim como a personagem O Carregador de Brecht, uma trajetória árdua no sistema onde a humanidade é uma exceção”, explica o ator Osvaldo Pinheiro.
Tendo o teatro épico, e sua relevância social e política, como principal eixo de seus estudos estéticos, a Cia Estável de Teatro busca imprimir em sua prática novas possibilidades de interlocução com o entorno imediato.
Dessa maneira, desenvolve há 9 anos uma intensa pesquisa junto aos 1.200 homens em situação de rua, acolhidos do albergue Arsenal da Esperança, localizado na região da Mooca. Uma, dentre outras tantas ações resultantes desta experiência, foi a montagem do espetáculo a Exceção e a Regra, um dos textos mais montados do dramaturgo alemão de Bertolt Brecht.
Desde 2012, o grupo realiza uma intensa circulação com o espetáculo por espaços não convencionais, praças e sedes de outros coletivos teatrais na cidade de São Paulo e no interior do Estado. Em 2013, contemplados pelo Prêmio Myriam Muniz de Teatro apresentaram a peça nas cidades de Fortaleza e Solonópole, no Ceará e Campo Grande e Dourados, no Mato Grosso do Sul, ambas em 2014. Participaram de importantes festivais e mostras de teatro de rua como VII Mostra de Teatro de Rua de São Miguel Paulista, I Mostra Pela Paz, III Feira de Teatro de Rua em Sorocaba e Votorantim, Mostra do Gueto no Espaço Clariô, II Festival Flaskô, XIX Mostra de Teatro Monte Azul, VI Festical, Semana de História Unifesp, no encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR) no Acre, dentre outros.
Sobre a Cia Estável de Teatro
Com 13 anos de trajetória o grupo formado na escola de teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul foi contemplado em 6 edições da Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. O coletivo tem como premissa de sua pesquisa a criação em conjunto com a comunidade onde está inserida. O primeiro projeto do grupo foi o “Amigos da Multidão”, realizado no teatro distrital Flávio Império, em Cangaíba, zona leste de SP, onde, por intermédio do edital de Ocupação dos Teatros Distritais em 2001 e da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, desenvolveu uma programação diária com oficinas, espetáculos artísticos, saraus e apresentações de peças de seu próprio repertório.
Dentre elas, o espetáculo “Incrível Viagem”, de Doc Comparato e direção de Renata Zanetha, que também foi apresentado no projeto “Formação de Público” da Secretaria Municipal de Cultura. Foram montados também os espetáculos Flávio Império, Uma Celebração da Vida”, de Reinaldo Maia e direção de Renata Zanetha, e “Quem Casa, Quer Casa”, de Martins Penna, com direção de Nei Gomes.
Com “O Auto do Circo” (2004) de Luis Alberto de Abreu e direção de Renata Zhaneta, participaram do Festival de Teatro de Curitiba e Janeiro da Comédia, em São José do Rio Preto. A partir de 2006, a Cia. Estável de Teatro passou a fazer residência artística no Arsenal da Esperança, casa de acolhida que abriga 1.200 homens em situação de rua localizada ao lado do Museu do Imigrante, no bairro do Brás. Dentro do espaço, uma lona de circo foi armada servindo de picadeiro e lugar de convivência dos acolhidos.
No espetáculo “Homem Cavalo & Sociedade Anônina”, de 2008, o grupo aprofunda a pesquisa nas relações entre o modo de produção capitalista e a exploração do trabalho. Em 2009, o espetáculo foi convidado a participar do Festival Flaskô Fábrica de Cultura, do encontro estadual do MST em Itapeva, na Escola Nacional Florestan Fernandes e participa 5 Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas.
Em 2011, o grupo comemorou 10 anos com uma mostra de seu repertório. Também lançou o livro “Das Margens e Bordas – Relatos de Interlocução Teatral Cia Estável 10 Anos”. Nele estão textos críticos produzidos por integrantes do grupo e colaboradores, o roteiro do espetáculo “Homem Cavalo & Sociedade Anônina” e extenso material iconográfico.
A companhia integra, há seis anos a Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR) e é grande parceira do Movimento de Teatro de Rua de São Paulo (MTR).
Ficha Técnica:
Texto - Bertolt Brecht. Direção - Renata Zhaneta . Elenco - Daniela Giampietro, Juliana Liegel, Luiz Calvvo, Miriele Alvarenga, Nei Gomes, Osvaldo Pinheiro, Sérgio Zanck, Paula Cortezia e Zeca Volga. Núcleo de trabalho para dramaturgia - Andressa Ferrarezi, Daniela Giampietro, Nei Gomes e Maurício Hiroshi.Tradução - Alexandre Krug . Direção Musical - Sérgio Zanck. Provocadores em processo de montagem Teatro de Rua - Calixto de Inhamús e Fábio Resende. Teatro Dialético e Dramaturgia - Sérgio de Carvalho. Músicas - Osvaldo Hortencio e Sérgio Zanck. Cenário e Adereços - Valter Mendes e Dani Abreu. Figurino - Kath Ulian. Maquiagem - Dani Ferrarezi. Produção - Hayanne Oliveira e Adriano Antônio. Projeto Gráfico - Rafael Nunes e Jonatas Marques.
Serviço:
A Exceção e a Regra com a Cia Estável de Teatro.
Dia 11 de junho (quinta-feira, às 20h) na Estação Jardim Romano
Dia 12 de junho (sexta-feira, às 20h) na Estação São Miguel
Dia 18 de junho (quinta-feira, às 20h) na Estação Tatuapé
Duração – 60 minutos. Espetáculo de Rua - Classificação Livre. Telefone para informações – 11 98121 6554 ou 98567 8567. Ingressos - Grátis.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
CURSOS DE TEATRO TEM INSCRIÇÕES PRORROGADAS
O Núcleo de Artes Cênicas (NAC) do Sesi Catumbi PRORROGA as inscrições para os cursos gratuitos de iniciação em Artes Cênicas. Os interesados tem até o dia 29/08 para se inscreverem
Segundo a orientadora Tânia Granussi “a iniciativa pretende levar Cultura a custo zero para todos.”
As turmas são divididas por faixa etária (de 8 a 100 anos). Os cursos duram 4 meses. Os encontros são semanais e as aulas duram 2 horas. Ao final, os participantes recebem certificação Sesi.
SERVIÇO:
Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Catumbi
Rua Catumbi, 318 – Belenzinho
(11) 3386-5616 ou 3386-5610
Segundo a orientadora Tânia Granussi “a iniciativa pretende levar Cultura a custo zero para todos.”
As turmas são divididas por faixa etária (de 8 a 100 anos). Os cursos duram 4 meses. Os encontros são semanais e as aulas duram 2 horas. Ao final, os participantes recebem certificação Sesi.
SERVIÇO:
Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Catumbi
Rua Catumbi, 318 – Belenzinho
(11) 3386-5616 ou 3386-5610
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
CIA D'ALMA NO SESI A. E. CARVALHO
CIA D’ALMA APRESENTA O ESPETÁCULO
INÉDITO DOENTE NO SESI A. E. CARVALHO
Com direção de Sandra Corveloni, a comédia satírica, inspirada na
peça O Doente Imaginário, de Molière, promove uma reflexão sobre a fragilidade do ser
humano e sua relação com a medicina. A montagem fica em cartaz de 18 de
julho até 8 de setembro, com quatro sessões semanais, todas
gratuitas.
São Paulo, julho de 2013 – A partir do dia 18 de julho, o Teatro do SESI A. E. Carvalho apresenta a montagem inédita Doente, dirigida por Sandra Corveloni e encenada pela Cia D’Alma. Em cartaz até 8 de setembro, o espetáculo, inspirado em O Doente Imaginário, última peça escrita por Molière (1622-1673), contará com quatro sessões semanais gratuitas: às quintas, às sextas e aos sábados, às 20h; e aos domingos, às 19h.
Depois de receber três prêmios (música, ator e figurino) no 25º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo com a produção L'illustre Molière, realizada pelo SESI-SP e vista por mais de 15 mil pessoas, a Cia D’Alma traz mais um espetáculo dedicado à obra do dramaturgo francês.
A montagem mantém a trama original de Molière como linha narrativa e acrescenta momentos de outras peças do autor que versam sobre a relação do homem com a medicina – além de novas cenas desenvolvidas pelo grupo.
O texto, um dos mais marcantes na trajetória de Molière, é a base para improvisações com diferentes técnicas e linguagens – do uso de instrumentos musicais até a sonorização dos atores com os próprios corpos.
Segundo Sandra Corveloni, o objetivo da montagem é fazer rir e pensar. “Queremos envolver o palco e a plateia para pensarmos juntos nesta grande questão: será que, se olharmos um pouco em volta, respirarmos fundo e entrarmos em contato com o que há de melhor em nós, vamos nos sentir menos doentes e mais vivos?”, indaga a diretora.
Sinopse
Doente conta a história de Argan, um homem que tem muito medo da dor e da morte e faz de tudo para se manter vivo e saudável. Hipocondríaco, consulta médicos diariamente em busca de tratamentos e, embora cercado de problemas na família e no trabalho, tem os olhos voltados apenas para as suas doenças. Por meio de sonhos e pesadelos, ele confronta seus medos e angústias e é forçado a fazer uma escolha: render-se à condição de eterno doente ou tomar as rédeas de seu destino.
Ficha técnica
Autor: Molière
Textos adicionais: Lara Hassum e Mateus Monteiro
Coordenação de roteiro: Sandra Corveloni
Consultoria dos textos originais: Paulo Marcos
Direção: Sandra Corveloni
Assistente de direção: Silas Borges
Direção musical: Eliseu Paranhos
Colaboração: Angela Fernandes
Instrumentista: Caio Salay
Preparação de bufão: Luciana Viacava
Cenografia: Valdy Lopes
Figurino: Verônica Julian
Elenco: Guilherme Sant’Anna, Paulo Marcos, Angela Fernandes, Caio Salay, Lara Hassum, Mateus Monteiro e Luiz Luccas
Produção: Corveloni De Simone Produções Artísticas Ltda.
Diretor de produção: Maurizio De Simone
Iluminação: Nelson Ferreira e Isadora Giuntini
Criação gráfica: Thiago Costa
SERVIÇO
Local: Teatro do SESI A. E. Carvalho - rua Deodato Saraiva da Silva, 110, Parque das Paineiras
Datas e horários: de 18 de julho a 8 de setembro. Quintas, sextas e sábados, às 20h; e domingos, às 19h
Capacidade: 125 lugares
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Modalidade: adulto
Gênero: comédia satírica
Tema: a fragilidade do ser humano e a sua relação com a medicina
Informações: (11) 2026-6021
Entrada gratuita – os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
terça-feira, 23 de abril de 2013
PROGRAMAÇÃO SESI A.E. CARVALHO - ABRIL 2013
EUDÓXIA DE BARROS
Data: 26 (sexta) de abril / 20h
Eudóxia de Barros é uma das mais renomadas pianistas brasileiras e neste recital variado de solo de piano pretende enfatizar os 150 anos de Ernesto Nazareth, mas também em seu repertório estão obras de grande relevância, compostas por Zequinha de Abreu como Brejeiro (tango), Apanhei-te Cavaquinho (polca), mas tambem tocará compositores clássicos e contemporâneos como Mozart, Chopin, Debussy, Albeniz, Liszt, Oswaldo Lacerda e Lorenzo Fernandes.
L — Livre para todos os públicos
Erudito e Popular, 60 min
Piano: Eudóxia de Barros
CHICO TEIXEIRA
Data: 27 (sábado) de abril / 20h
Compositor e cantor, Chico Teixeira representa a nova geração da boa música brasileira. Nascido em São Paulo, criado no mato, sua música sobrevoa o campo. Canta sobre a vida e seu jeito de entender o mundo. Chico trás à tona sentimentos que de certa forma foram esquecidos nessa atmosfera saturada, que é o cenário cultural e artístico no Brasil. Descrever qual a sua linha musical e por onde navega as melodias de Chico, foi seu próprio pai, o músico Renato Teixeira, mestre conhecedor de sua trajetória que o fez em uma conversa informal. “Chico é Folk; brasileiro.
L — Livre para todos os públicos
Popular, 60 min
Voz e Violão: Chico Teixeira / Violão de sete cordas: Luciano Barros / Contrabaixo: Daniel Doctors / Percussão: Valquíria Plaza
SERVIÇO
Local: Teatro do SESI A.E. Carvalho - r. Deodato Saraiva da Silva, 110. Parque das Paineiras
Capacidade: 125 lugares e 04 para cadeirantes
Informações e agendamentos: (11) 2026-6021
ENTRADA GRATUITA – os ingressos serão distribuídos 60 minutos antes do início da apresentação.
Data: 26 (sexta) de abril / 20h
Eudóxia de Barros é uma das mais renomadas pianistas brasileiras e neste recital variado de solo de piano pretende enfatizar os 150 anos de Ernesto Nazareth, mas também em seu repertório estão obras de grande relevância, compostas por Zequinha de Abreu como Brejeiro (tango), Apanhei-te Cavaquinho (polca), mas tambem tocará compositores clássicos e contemporâneos como Mozart, Chopin, Debussy, Albeniz, Liszt, Oswaldo Lacerda e Lorenzo Fernandes.
L — Livre para todos os públicos
Erudito e Popular, 60 min
Piano: Eudóxia de Barros
CHICO TEIXEIRA
Data: 27 (sábado) de abril / 20h
Compositor e cantor, Chico Teixeira representa a nova geração da boa música brasileira. Nascido em São Paulo, criado no mato, sua música sobrevoa o campo. Canta sobre a vida e seu jeito de entender o mundo. Chico trás à tona sentimentos que de certa forma foram esquecidos nessa atmosfera saturada, que é o cenário cultural e artístico no Brasil. Descrever qual a sua linha musical e por onde navega as melodias de Chico, foi seu próprio pai, o músico Renato Teixeira, mestre conhecedor de sua trajetória que o fez em uma conversa informal. “Chico é Folk; brasileiro.
L — Livre para todos os públicos
Popular, 60 min
Voz e Violão: Chico Teixeira / Violão de sete cordas: Luciano Barros / Contrabaixo: Daniel Doctors / Percussão: Valquíria Plaza
SERVIÇO
Local: Teatro do SESI A.E. Carvalho - r. Deodato Saraiva da Silva, 110. Parque das Paineiras
Capacidade: 125 lugares e 04 para cadeirantes
Informações e agendamentos: (11) 2026-6021
ENTRADA GRATUITA – os ingressos serão distribuídos 60 minutos antes do início da apresentação.
sábado, 21 de julho de 2012
SE VOCÊ ME DER A MÃO ABORDA CÂNCER DE MAMA NO TEATRO
Priscilla Squeff mostra, em espetáculo teatral, o vencimento de um caso de câncer na família, em uma bela história, onde a relação familiar é muito mais forte que qualquer doença
Com Tássia Camargo e Priscilla Squeff, espetáculo apresenta um dos assuntos mais discutidos na medicina feminina: o câncer de mama
"Se você me der a mão", espetáculo idealizado e interpretado por Priscilla Squeff, traz ao palco do Teatro Gazeta, em São Paulo, a abordagem de um assunto muito delicado: o câncer de mama. Discutido por todos os programas de tv, debatido em seminários e campanhas beneficentes por todo o mundo, o câncer de mama tem alta incidência em mulheres em sua fase adulta. A prevenção é simples e pode ser feita pela própria mulher, pelo método do toque e pela frequência nos exames de rotina, como a mamografia, que auxilia no rápido descobrimento da doença e da cura da mesma.
Pensando em ajudar mulheres e famílias que passam, ou passaram, por esse problema, Priscilla resolveu usar de seu exemplo pessoal para idealizar o espetáculo. A trama segue por problemas cotidianos, como o divórcio e desentendimentos entre mãe e filha, que podem acontecer em qualquer família e que são apresentados com pitadas de humor durante a peça. Assim como no espetáculo, Priscilla vivenciou em casa uma situação similar quando sua mãe foi diagnosticada com câncer de mama e se curou. Sua grande inspiração foi a maneira positiva com que sua mãe superou este desafio. O êxito se deu às evoluções de tecnológicas da medicina e, também, ao apoio familiar.
Interpretando a mãe de Priscilla, a atriz Tássia Camargo - que completa quase 35 anos de carreira, grande parte na TV Globo e uma vasta experiência em teatro- traz um personagem cheio de conflitos emocionais e cotidianos: brigas com ex marido, estresse de cidade grande e saudades da filha que cresceu e seguiu sua vida. Com interpretação impecável, Tássia oscila entre momentos de doçura, desespero, carência e nostalgia, causando grande identificação com o público.
Para Priscilla Squeff, a necessidade de transformar esse problema em uma peça teatral se deu ao fato de saber que inúmeras famílias passam por isso todos os dias e não sabem como lidar: "Minha mãe venceu o câncer graças à medicina, mas também porque nos aproximamos mais dela e ficamos ao seu lado. A grande importância desse espetáculo é, claro, alertar para um assunto sério sem fazer um dramalhão e, mais que tudo, mostrar a superação, a garra e a força em sí mesmo para enfrentar a vida, mesmo quando tudo parece desmoronar", completa a atriz.
O texto do espetáculo é de Regina Antonini, com direção de Ernesto Piccolo e está em cartaz no Teatro Gazeta, sextas, 23h, sábados e domingos as 20h, na Avenida Paulista, em São Paulo.
sexta-feira, 23 de março de 2012
“Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça” no Tatuapé
“Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça” - Um nutritivo musical infantil
Cia Teatro de Risco une conhecimentos de nutrição e higiene em viagem
pelo organismo de uma criança
Um médico, uma dentista, um professor e dois nutricionistas/cozinheiros: esta equipe se junta para mostrar o que acontece dentro do corpo de uma criança quando ela não se alimenta direito. Assim é o musical infantil “Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça”, da Cia Teatro de Risco, em cartaz no Teatro Eva Wilma, em São Paulo.
Usando uma linguagem simples e divertida, o público é convidado a viajar por dentro do corpo humano e descobrir tudo o que acontece quando alimentos saudáveis não são ingeridos. Logicamente que esta viagem acontece graças à imaginação e através de ótimas canções, muitas cores e uma boa dose de comédia e suspense.
O personagem principal desta trama é o menino Henrique, que não gosta de comer e que prefere brincar a se cuidar: dormir, curar uma séria gripe e se alimentar corretamente. A partir da luta dos leucócitos de seu organismo contra os mais diversos vírus, crianças e adultos conhecem a importância da boa alimentação e dos cuidados básicos que o corpo humano necessita, como o descanso e a higiene bucal.
O espetáculo é da atriz Marisa Ratcov, a dentista da história, e a direção é do ator Luiz Carlos Ribeiro – ambos da Cia Teatro de Risco. A peça é apresentada todos os sábados e domingos, sempre às 17h30 e tem 50 minutos de duração. Uma boa dica para crianças e adultos de todas as idades que querem se divertir e aprender, ao mesmo tempo.
Sobre a Cia Teatro de Risco - A Cia Teatro de Risco foi criada em 29 de maio de 1991 por Luiz Carlos Ribeiro. Iniciou suas atividades teatrais com o espetáculo "As Estórias da História do Brasil", que ficou em cartaz por 11 anos ininterruptamente. Durante este período, foi criado, entre vários espetáculos, o musical infantil "Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça", que estreou em 1998, viajou pelo Brasil e agora estréia em São Paulo.
SERVIÇO
“Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça”
Sábados e Domingos, às 17h30 – 50 min.
Elenco: Luiz Paulo Daniel, Sérgio Karvalho, Mercedes Mazz, Claudio Felix e Marisa Ratcov
Quando: Até 31de maio
Local: Teatro Eva Wilma (700 lugares)
Endereço: Rua Antônio de Lucena, 146 - Tatuapé (próximo ao Metrô Carrão)
Telefone: 11 2090-1650
Ingressos: R$ 30 – inteira; R$15 – meia
Cia Teatro de Risco une conhecimentos de nutrição e higiene em viagem
pelo organismo de uma criança
Um médico, uma dentista, um professor e dois nutricionistas/cozinheiros: esta equipe se junta para mostrar o que acontece dentro do corpo de uma criança quando ela não se alimenta direito. Assim é o musical infantil “Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça”, da Cia Teatro de Risco, em cartaz no Teatro Eva Wilma, em São Paulo.
Usando uma linguagem simples e divertida, o público é convidado a viajar por dentro do corpo humano e descobrir tudo o que acontece quando alimentos saudáveis não são ingeridos. Logicamente que esta viagem acontece graças à imaginação e através de ótimas canções, muitas cores e uma boa dose de comédia e suspense.
O personagem principal desta trama é o menino Henrique, que não gosta de comer e que prefere brincar a se cuidar: dormir, curar uma séria gripe e se alimentar corretamente. A partir da luta dos leucócitos de seu organismo contra os mais diversos vírus, crianças e adultos conhecem a importância da boa alimentação e dos cuidados básicos que o corpo humano necessita, como o descanso e a higiene bucal.
O espetáculo é da atriz Marisa Ratcov, a dentista da história, e a direção é do ator Luiz Carlos Ribeiro – ambos da Cia Teatro de Risco. A peça é apresentada todos os sábados e domingos, sempre às 17h30 e tem 50 minutos de duração. Uma boa dica para crianças e adultos de todas as idades que querem se divertir e aprender, ao mesmo tempo.
Sobre a Cia Teatro de Risco - A Cia Teatro de Risco foi criada em 29 de maio de 1991 por Luiz Carlos Ribeiro. Iniciou suas atividades teatrais com o espetáculo "As Estórias da História do Brasil", que ficou em cartaz por 11 anos ininterruptamente. Durante este período, foi criado, entre vários espetáculos, o musical infantil "Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça", que estreou em 1998, viajou pelo Brasil e agora estréia em São Paulo.
SERVIÇO
“Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça”
Sábados e Domingos, às 17h30 – 50 min.
Elenco: Luiz Paulo Daniel, Sérgio Karvalho, Mercedes Mazz, Claudio Felix e Marisa Ratcov
Quando: Até 31de maio
Local: Teatro Eva Wilma (700 lugares)
Endereço: Rua Antônio de Lucena, 146 - Tatuapé (próximo ao Metrô Carrão)
Telefone: 11 2090-1650
Ingressos: R$ 30 – inteira; R$15 – meia
domingo, 4 de março de 2012
SESC BELENZINHO APRESENTA: PARAÍSO
Antonio Abujamra dirige texto inédito de Dib Carneiro Neto
Com Miguel Hernandez e Nathália Corrêa
A temporada estreia dia 9 de março e vai até 8 de abril
Um homem e uma mulher acertam as contas de um longo relacionamento em um espaço indefinido em que devem viver para sempre e que pode ser um paraíso ou uma prisão. O porquê dessa condição não se sabe, pois entre eles só havia uma paixão não realizada. E há ainda o filho dele, o qual não sabemos se foi morto ou não pelo próprio pai e nem os motivos que levam a esta questão.
Com direção de Antonio Abujamra, o texto original de Dib Carneiro Neto investiga questões existenciais. Esse casal, forçado ao convívio eterno, mostra-nos cruamente as crises, os delírios, as agressões e as paixões possíveis nos grandes relacionamentos amorosos.
Miguel Hernandez e Nathália Corrêa interpretam os protagonistas de Paraíso, à frente de um coro formado por 20 jovens atores. A produção da Cia. Anjos Pornográficos estreia no dia 9 de março, sexta-feira, às 21h30, na Sala de Espetáculos II do SESC Belenzinho.
Na encenação do diretor Antonio Abujamra, o teatro exige o coletivo e a carne. O coletivo se revela na atuação de dezenas de atores que interpretam o filho ausente. “O que é bom em segredo, é melhor em público”, já dizia Pirandello e enfatiza Abujamra. E completa o veterano encenador: “quanto à carne, está representada na concretude da cena, na essencialidade do gesto e na valorização da palavra, tudo isso convergindo para traduzir com maior fidelidade possível a complexidade do ser humano. ‘Se o inferno são os outros’, como pontificava o existencialista Jean-Paul Sartre, o paraíso deveria ser um monólogo. Não é.”
Essa multiplicidade de vozes não se limita aos personagens da cena, mas transborda no diálogo entre as artes componentes do Teatro, representadas por profissionais como o cenógrafo J.C. Serroni, o iluminador Wagner Freire, o músico André Abujamra e o figurinista Theodoro Cochrane, que criaram o ringue metafísico onde duelam os atores Miguel Hernandez e Nathália Corrêa, protagonistas do espetáculo.
Os delírios existenciais pelos quais passam esses personagens nos levam a sonhos e imagens de criações de grandes mestres como Tchecov, Pina Bausch, Oscar Wilde, Ingmar Bergman, entre outros.
Paraíso – Ficha Técnica
Texto de Dib Carneiro Neto
Direção e Adaptação de Antonio Abujamra
Elenco: Miguel Hernandez e Nathália Corrêa
Concepção Plástica: J.C. Serroni / Direção Musical: André Abujamra / Iluminação: Wagner Freire / Figurinos: Theodoro Cochrane / Coordenação Técnica: Pedro Paulo Zupo / Preparação de Atores: Emerson Danesi / Produção Executiva: Wagner Bastos / Preparação Corporal: Thais Lopes / Designer Gráfico: Carol Godefroid / Fotografia: Otavio Dantas / Vídeos: Raquel Pellegrini.
Atores Convidados: Alex Bartelli, Aline Assis, André Souza, Bel Brand, Caio Leal, Deni Carvalho, Felipe Velasque, Fernanda Metidieri, Flávia Araújo, Glaucia Helena, Irun Gandolfo, Joyce Salomão, Juliana Savioli, Lara Dezan, Ludmilla Corrêa, Márcia Corrêa, Mauricio Ludewig, Mayara Dellacarmo, Renata Hallada, Ricardo Mancini, Vanessa Corrêa, Victoria Moliterno.
Produção: AP Produções Culturais LTDA
Realização: SESC
Para mais informações: www.anjospornograficos.com.br
PARAÍSO – Serviço:
De 9/3 a 8/4/2012
Quinta a sábado, às 21h30; domingos, às 18h30. Não haverá espetáculo no dia 6/4 (Sexta-feira da Paixão)
Sala de Espetáculos II (120 lugares – acesso para pessoas com deficiência)
Faixa etária: Não recomendado para menores de 18 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC a partir do dia 1/3.
R$ 24,00 (inteira); R$ 12,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 6,00 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes).
SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho
ESTACIONAMENTO
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 6,00 (não matriculado);
R$ 3,00 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo / usuário)
Para atividades gratuitas:
R$ 6,00 (1ª hora) + R$ 1,00 (p/hora) - (não matriculado)
R$ 3,00 (1ª hora) + R$ 1,00 (p/hora) - (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/usuário)
Com Miguel Hernandez e Nathália Corrêa
A temporada estreia dia 9 de março e vai até 8 de abril
Um homem e uma mulher acertam as contas de um longo relacionamento em um espaço indefinido em que devem viver para sempre e que pode ser um paraíso ou uma prisão. O porquê dessa condição não se sabe, pois entre eles só havia uma paixão não realizada. E há ainda o filho dele, o qual não sabemos se foi morto ou não pelo próprio pai e nem os motivos que levam a esta questão.
Com direção de Antonio Abujamra, o texto original de Dib Carneiro Neto investiga questões existenciais. Esse casal, forçado ao convívio eterno, mostra-nos cruamente as crises, os delírios, as agressões e as paixões possíveis nos grandes relacionamentos amorosos.
Miguel Hernandez e Nathália Corrêa interpretam os protagonistas de Paraíso, à frente de um coro formado por 20 jovens atores. A produção da Cia. Anjos Pornográficos estreia no dia 9 de março, sexta-feira, às 21h30, na Sala de Espetáculos II do SESC Belenzinho.
Na encenação do diretor Antonio Abujamra, o teatro exige o coletivo e a carne. O coletivo se revela na atuação de dezenas de atores que interpretam o filho ausente. “O que é bom em segredo, é melhor em público”, já dizia Pirandello e enfatiza Abujamra. E completa o veterano encenador: “quanto à carne, está representada na concretude da cena, na essencialidade do gesto e na valorização da palavra, tudo isso convergindo para traduzir com maior fidelidade possível a complexidade do ser humano. ‘Se o inferno são os outros’, como pontificava o existencialista Jean-Paul Sartre, o paraíso deveria ser um monólogo. Não é.”
Essa multiplicidade de vozes não se limita aos personagens da cena, mas transborda no diálogo entre as artes componentes do Teatro, representadas por profissionais como o cenógrafo J.C. Serroni, o iluminador Wagner Freire, o músico André Abujamra e o figurinista Theodoro Cochrane, que criaram o ringue metafísico onde duelam os atores Miguel Hernandez e Nathália Corrêa, protagonistas do espetáculo.
Os delírios existenciais pelos quais passam esses personagens nos levam a sonhos e imagens de criações de grandes mestres como Tchecov, Pina Bausch, Oscar Wilde, Ingmar Bergman, entre outros.
Paraíso – Ficha Técnica
Texto de Dib Carneiro Neto
Direção e Adaptação de Antonio Abujamra
Elenco: Miguel Hernandez e Nathália Corrêa
Concepção Plástica: J.C. Serroni / Direção Musical: André Abujamra / Iluminação: Wagner Freire / Figurinos: Theodoro Cochrane / Coordenação Técnica: Pedro Paulo Zupo / Preparação de Atores: Emerson Danesi / Produção Executiva: Wagner Bastos / Preparação Corporal: Thais Lopes / Designer Gráfico: Carol Godefroid / Fotografia: Otavio Dantas / Vídeos: Raquel Pellegrini.
Atores Convidados: Alex Bartelli, Aline Assis, André Souza, Bel Brand, Caio Leal, Deni Carvalho, Felipe Velasque, Fernanda Metidieri, Flávia Araújo, Glaucia Helena, Irun Gandolfo, Joyce Salomão, Juliana Savioli, Lara Dezan, Ludmilla Corrêa, Márcia Corrêa, Mauricio Ludewig, Mayara Dellacarmo, Renata Hallada, Ricardo Mancini, Vanessa Corrêa, Victoria Moliterno.
Produção: AP Produções Culturais LTDA
Realização: SESC
Para mais informações: www.anjospornograficos.com.br
PARAÍSO – Serviço:
De 9/3 a 8/4/2012
Quinta a sábado, às 21h30; domingos, às 18h30. Não haverá espetáculo no dia 6/4 (Sexta-feira da Paixão)
Sala de Espetáculos II (120 lugares – acesso para pessoas com deficiência)
Faixa etária: Não recomendado para menores de 18 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC a partir do dia 1/3.
R$ 24,00 (inteira); R$ 12,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 6,00 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes).
SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho
ESTACIONAMENTO
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 6,00 (não matriculado);
R$ 3,00 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo / usuário)
Para atividades gratuitas:
R$ 6,00 (1ª hora) + R$ 1,00 (p/hora) - (não matriculado)
R$ 3,00 (1ª hora) + R$ 1,00 (p/hora) - (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/usuário)
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